Bilbao, Deca e a Estratégia de Contar Histórias

Ou: como cobrir a premiação mais importante da arquitetura brasileira em uma cidade que renasceu pelo design.

De 13 a 18 de outubro, a Histórias Visuais embarcou com a Deca para o País Basco — Bilbao, sede da viagem de premiação da 28ª edição do Prêmio Deca. Nosso papel: cobertura digital completa da experiência, transformando percurso e encontros em conteúdo vivo para o Instagram da marca.

E nós? Bom, nós estávamos lá desde o Terminal 3 de Guarulhos, às primeiras horas da manhã do dia 13 de outubro, com café no corpo e equipamento checado. Porque contar uma história completa significa estar presente desde o primeiro frame.

GATE 302

BOARDING

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Começo de conversa: olhar, ritmo e gente

Bilbao tem luz bonita e escala boa de caminhar. A cidade é um encontro harmônico entre matéria, água e percurso. Para contar isso, definimos três lentes simples:

  1. Contexto (por que este lugar importa),

  2. Uso (como as pessoas habitam),

  3. Detalhe (onde mora o projeto).

Com esse tripé, construímos o fio do dia a dia, sem pressa, sem excesso, com edição elegante.

Capítulo 1 — Arte, obra e prática (15/10)

O roteiro começou com o Guggenheim, claro — porque você não vai a Bilbao e ignora o Gehry. Onde a curadoria do museu conduziu o grupo pelos bastidores de ideia, construção e cidade. É impressionante observar como a pele de titânio conversa com o rio e reorganiza o entorno. Na sequência, entramos em estúdio: visita ao Gurtubay Arquitectos, conversa franca sobre processo, materiais e implantação: arquitetura que costura bairro e paisagem. Registro técnico, sim; mas, sobretudo, olhar humano sobre quem projeta.

Capítulo 2 — Tradição e vanguarda (16/10)

Dia de estrada rumo à Rioja Alavesa. Na Marqués de Riscal, começamos pela adega de 1860 — arquivo vivo de safras e técnicas — e seguimos ao El Palomar (1883), onde nascem os vinhos premium da casa. Ao lado, o Hotel Marqués de Riscal, de Frank O. Gehry, traz o contraste de fitas de titânio sobre a paisagem dos vinhedos. Um conjunto que explica bem o que buscamos na viagem: patrimônio, inovação e experiência no mesmo quadro.

Capítulo 3 — A cidade a pé (17/10)

Encerramos com uma caminhada arquitetônica: parques, equipamentos culturais, praças e biblioteca. Com curadoria local, o grupo leu Bilbao por dentro: escala, luz, fluxo e por fora: convivência, pausas, vistas. Conteúdo perfeito para Stories (respiro) e para Reels (voz e contexto).

Como entregamos (e por quê funciona)

  • Vídeos (reels, recaps e depoimentos),

  • Fotos (documentais e autorais),

  • Drone (paisagem, implantação e percurso),

  • Postagens para os canais da Deca (Stories, Reels, Carrossel).

Tudo organizado em linhas editoriais e roteiro de publicação por dia: cobertura durante a viagem e peças de sustentação pós.

Final feliz (do jeito que a gente gosta)

No fim das contas, a estratégia e a produção de conteúdo devem cumprir exatamente seu papel: contar, através do Instagram da Deca, como foi mais uma viagem de premiação do maior e mais relevante prêmio de arquitetura do Brasil. Mas contar com personalidade e com ritmo.

Os arquitetos voltaram para casa inspirados. A Deca reforçou sua posição como marca que entende e celebra a arquitetura. E nós? Voltamos com cartão de memória cheio, algumas histórias engraçadas de bastidor (que ficam para a próxima) e a certeza de que quando estratégia, execução e conexão humana se encontram, o resultado é sempre maior que a soma das partes.

Se você chegou até aqui, provavelmente também acredita que boa comunicação começa antes da primeira tomada e termina quando a história encontra quem precisava ouvi-la. Foi assim em Bilbao e pode ser assim no seu próximo projeto.

Precisa de uma cobertura que vai além do obvio? A Histórias Visuais está aqui para isso. Do Terminal 3 de Guarulhos até o lugar mais inspirador que sua marca quiser explorar.

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